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“A humildade não é apenas uma graça ou virtude como outras, ela é a raiz de todas, pois somente com humildade toma-se a atitude correta diante de Deus, e permite-se que Ele faça tudo”.

domingo, 30 de junho de 2013

Podemos crescer com os toques suaves da alma




Sei que muitos defendem que crescemos muito mais com as dificuldades, mas já pedi para crescer também com os toques suaves da alma, da vida; com a singeleza e a simplicidade da vida .

  Cléu

quinta-feira, 27 de junho de 2013

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Precisamos de soluções e não de tapa-buracos, de curativos, de analgésicos.



A charge acima relata o que tem acontecido hoje no Brasil, o brasileiro parou de só reclamar individualmente, sentado e resolveu ir às ruas, juntos. Eu fui uma que fiquei admirada com as multidões, surgiu, os políticos não esperavam e foi lindo eu assistir a pessoas que participaram de movimentos há muitos anos felizes e dizendo:" Não esperava mais que isto acontecesse novamente, está tudo lindo."

Sei que aconteceram momentos tensos, de violência e que quis manchar o verdadeiro objetivo do povo estar às ruas, mas a parte violenta é resultado do que acontece no Brasil: violência sem pena.

Hoje ao pegar o jornal Zero Hora deparo-me com a seguinte manchete: Dilma chama governadores e prefeitos.

Existem muitas críticas contra as manifestações e uma delas é que não existe foco: que maiores focos do que a saúde e a educação?
Alguns vão dizer: " Mas é muito geral,  subjetivo."
Mas para começar, hoje, tinha que ser assim. Para que algo surgisse tinha que ser assim.

 Acredito que precisamos de soluções e não de tapa-buracos, de curativos, de analgésicos.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Fato !!


Deveríamos usar o passado como trampolim
                         e não como sofá.
                                          Harold Mackmillan


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Em que fase estás?

“Duas lagartas teceram cada uma seu casulo. Naquele ambiente protegido, foram transformadas em belíssimas borboletas. Quando estavam prestes a sair e voar livremente, vieram as ponderações. Uma borboleta, sentindo-se frágil, pensou consigo: ‘A vida lá fora tem muitos perigos. Poderei ser despedaçada e comida por um pássaro. E mesmo se um predador não me atacar, poderei sofrer com as tempestades. Um raio poderá me atingir. As chuvas poderão colar minhas asas, levando-me a tombar no chão. Além disso, a primavera está acabando, e se faltar o néctar? Quem irá me socorrer?’ Os riscos de fato eram muitos, e a pequena borboleta tinha suas razões. Amedrontada, resolveu não partir. Ficou no seu protegido casulo, mas como não tinha como sobreviver, morreu de modo triste, desnutrida, desidratada e, pior ainda, enclausurada pelo medo que tecera.

A outra borboleta também ficou apreensiva; tinha medo do mundo lá fora, sabia que muitas borboletas não duravam um dia fora do casulo, mas amou a liberdade mais do que os acidentes que viriam. E assim, partiu. Voou em direção a todos os perigos. Preferiu ser uma caminhante em busca da única coisa que determinava sua essência.”
( Augusto Cury)

A história do casulo reflete muitas vezes a fase que já passamos ou a que estamos no momento: podemos estar dentro do casulo e não querendo de jeito nenhum sair com medo de tudo ou mesmo sentindo receio resolvemos enfrentar e sair.

Em que fase estás?

                                               Cléu

terça-feira, 11 de junho de 2013

O amor é rosa


Amanhã é o dia separado para homenagear a quem se ama , quem tem somado na tua vida. Existe um texto de Içami Tiba, " O amor é rosa ", que descreve bem este relacionamento, este sentimento. Um texto inteligente e cheio de poesia.


Deleite-se nas palavras de Içami Tiba.

" Eu sou branco. Você é vermelho. Quando estamos juntos somos rosa. Antes de eu conhecer você, eu não sabia o que era ser rosa.

Até que eu vivia bem sozinho: comia o que e na hora que eu queria: saía quando bem entendia para ir ao lugar a que tinha vontade de ir, com liberdade, independência e autossuficiência.

Quando eu vi você, fiquei vermelho de paixão e nem me incomodei com os meus brancos. Até perceber que eu já não era mais o branco. Foi quando o vermelho começou a me sufocar e, então, brancamente me protegi. Mas às vezes eu me irritava e brigava com você. No fundo era porque você era vermelha e não branca igualzinha a mim. Percebi-me em alguns variados momentos querendo mudar a sua cor. Ainda bem que você soube permanecer-se vermelha, ter suas próprias emoções, sentimentos, comportamentos e pontos de vista. Caso contrário, você seria também branca.

Mas tive minhas reticências, pois estava acostumado ao meu ritmo e modo de vida brancos. Temi perder minha individualidade. Mas aos poucos fui descobrindo que o branco para se transformar em rosa não é se perder, desestruturar-se e desaparecer, mas é completar-se com o vermelho. O rosa me atemorizou, mas hoje vejo quanto é gostoso conviver, relacionar-se, amar e ser amado. Dá mais trabalho, porque nem tudo pode e deve ser feito brancamente, mas sem dúvida tudo pode ser mais gostoso e rico com o vermelho. Frequentemente, um bom lanche branco não é tão agradável quanto um singelo jantar rosa."


          Festejem o amor, mesmo que ainda não o tenha.
                        Ele pode  estar pertinho de você. Olha para o lado ! :)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Com a palavra, Reinaldo Azevedo

Num tempo em que o que é limite é tido como prisão, num tempo em que tudo pode e que a imprensa a cada dia apresenta o que realmente interessa para que o povo continue ignorante, é difícil encontrar pessoas que realmente tenha um senso crítico e inteligência e que  fale o que deve ser dito. Alegrei-me e muitooooo por ter encontrado o jornalista Reinaldo Azevedo: textos que realmente nos fazem pensar e mostram a realidade, que não trata seus leitores como pessoas ignorantes e que podem ser facilmente enganadas.

Quero compartilhar com vocês um destes textos, não deixe de lê-lo, vale a pena !!

Como ele mesmo se define em seu blog:"  Reinaldo Azevedo, jornalista, escreve o que quer ainda que não queiram."

Um aluno do Colégio Bandeirantes, em São Paulo, apareceu em sala trajando roupa de mulher. Não é gay, diz ele, mas parece que aproveitou para tirar uma onda por causa de uma festa junina. Desentendeu-se com um professor. Um colega, em solidariedade, foi à escola de saia no dia seguinte. A direção do estabelecimento o teria convidado a voltar para a casa. Que importância tem isso em si? Inferior a zero! O que isso tem a ver com educação? Nada! O que tem a ver com cidadania? Nada também! Não para a imprensa, que se transformou numa espécie de tribunal gay. Aí, consta, outros rapazes marcaram para esta segunda um “saiaço”. E o caso ganha ampla repercussão na imprensa — certamente vai parar nas rádios e tomará as redes sociais.
O tom persecutório das reportagens impressiona. Diretores da escola são constrangidos a se explicar, acusados, acreditem!, de “discriminação de gênero”. Os que se negam a falar são tratados como fujões, como pulhas. Considera-se um absurdo, uma verdadeira violação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que a instituição não veja com bons olhos rapazes que se vestem de mulher. Nomes de professores e diretores são lançados ao vento, expostos à demonização.
O Bandeirantes é um dos mais tradicionais colégios de São Paulo, conhecido pela excelência naquela que é sua tarefa principal: educar. Não há, é certo, na Constituição nada que impeça um rapaz de usar uma saia. Mas as instituições têm uma história, uma tradição, que se transformam em regras de convivência, que se tornam, em suma, um decoro. Quando pais escolhem uma escola para seus filhos, escolhem também um conjunto de valores que, acreditam, aquela instituição encarna. Há certamente estabelecimentos em que a ausência de qualquer padrão se afigura um bom padrão. Até onde sei, não é o caso do Bandeirantes. Noto, pelas reportagens, que os diretores estão um tanto surpresos e acuados. Deixam claro que não houve nenhuma punição aos alunos. Aos repórteres, não basta! Exigem um mea-culpa.
“Especialistas” são convidados a fazer digressões sobre essa bobagem que é haver distinção entre vestimenta masculina e feminina. No Estadão, opina sobre o fato ocorrido no Bandeirantes até uma um rapaz que é apontado como especializado em “saias para homem”. Qualquer pessoa razoável — e, infelizmente, jornalistas são a cada diz menos razoáveis — sabe que a base da educação eficiente é a norma. As transgressões e ultrapassagens virtuosas têm de ser motivadas. Um bom caminho da desordem e da anomia é ignorar os fundamentos, digamos, consuetudinários da convivência. Imaginemo-nos cada um de nós com uma coleção de códigos legais debaixo do braço até para dizer “Bom dia!”.
Essa história do Bandeirantes é espantosa. O pior é que os militantes — não estou me referindo aos alunos, que nem sabem direito o que estão fazendo; embarcam na onda em tempos de redes sociais — certamente se querem os libertários. Não são, não! Os diretores do Bandeirantes e ao menos um professor estão sendo vítimas de uma patrulha fascistoide.
E olhem que o tal PLC 122 não foi aprovado. Consta que um professor teria dito ao primeiro aluno que aquela roupa não era coisa de festa junina, mas de parada gay. O diretor-geral teria convidado o outro a voltar para casa por causa da saia… O texto de Marta Suplicy estabelece no Artigo 5º:
Art. 5º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena — reclusão, de um a três anos.
Que tal? Parece que os alunos em questão não são gays, mas, sabem como é, naquele dia, eles resolveram assumir outra “identidade de gênero”…
A direção do Bandeirantes, surpreendida por essa patuscada infeliz, parece estar meio intimidada, na defensiva, desacostumada a lidar com esse tipo de coisa. Espero que retome o pulso e lembre aos pais e aos estudantes quais são os fundamentos da escola, destacando, ademais, que os descontentes são livres para escolher o caminho que os faz felizes. Tempos sombrios.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 9 de junho de 2013

Lembram ?? Os aparelhos que já foram sonho de consumo.

Agenda eletrônica
Nintendo Game Boy

Nintendo 3DS

Toca-fitas portátil

Toca-discos 4X1

Tamagotchi

Celular Startac da Motorola

Relógio com calculadora


Pager ou "bipes"

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Sei que estamos no século XXI, mas que dá saudade, dá!


  Lendo um texto surgiu uma nostalgia, saudade da época em que recebíamos cartas de amigos e familiares, época em que comprávamos folha especial para escrevermos uma carta ou simplesmente arrancávamos uma folha do nosso caderno :) Tinham as folhas tradicionais ou aquelas todas coloridas(para nós, meninas ).

Sei da modernidade, que é prático o correio eletrônico ( e-mails), que é muito bom falarmos com quem queremos através do msn, mas nada substitui a expectativa da carta que poderia chegar depois de dias e a alegria de abrirmos nossa porta para recebermos o carteiro: a carta tinha chegado. Hoje o carteiro só traz contas e encomendas :)

Sei que estamos no século XXI, mas que dá saudade, dá!

                                                    Cléu

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Aqueles textos que não são meus , mas que tem tanto de mim.

     Não sei se já passaste por isto, mas tem textos que nos identificamos tanto, que olhamos, lemos e ficamos abismados: ___ É exatamente o que eu queria escrever :)

   O texto abaixo é um  exemplo para mim, não sei o autor, mas é tudo o que eu escreveria hoje.


terça-feira, 4 de junho de 2013